sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ensina-me


Tranquei a sete portas e trinta muros -os mesmos da minha idade - tudo quanto numa só noite me ensinaste.
O tempo não volta mais, e a saudade da minha falta de compreensão aumenta.
Quebro-me em todos os estragos feitos em mim e por mim.
Janela aberta ao mundo, fugaz e esguia pelo peso morto que é novamente saudade. 
Ensina-me a ser gente, a perdoar a dor e o amor também e a seguir simplesmente em frente...
Amor que se quebra em choro miudinho sabes?
Ensina-me a ser gente...
Ensina-me...

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