domingo, 5 de janeiro de 2014

Infante


O corpo já grita em desvario,
Da falta que nos faz o que é vital, oh Mãe!
E eu já quebrei o sagrado templo do corpo,
Matei a linha de água e todo o sopro divino,
Quem me guardou as dores lado-a-lado,
Foi minha doce Irmã e toda uma Lua esquecida e por transmutar,
Hoje minha Mãe, envolve meu corpo no teu sangue,
E deixa-me dormir nesse teu mar de bruma.

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